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Ghost Recon Wildlands é Animal, Mesmo Quando as Missões Dão Errado

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Ghost Recon Wildlands é Animal, Mesmo Quando as Missões Dão Errado

Um VIP finalmente nos deu a dica de onde será feita a entrega.

Ele fica em uma pequena fazenda em uma estrada de terra, com uma montanha cobrindo o horizonte. Nossa missão: chegar em silêncio, eliminar a relativamente pequena força de segurança em volta do VIP e escoltá-lo de volta à base para um interrogatório.

Meu pelotão de quatro soldados esperou até a escuridão cobrir o vale antes de começar nossa aproximação. Meu drone patrulhou à frente para detectar possíveis alvos. Com todos marcados, meu time moveu-se rápido e eu eliminei a sentinela principal com um rifle silenciado. O pelotão entrou em posição. Eu mirei pelo escopo e puxei o gatilho… e minha bala ricocheteou em um moinho de vento logo acima da cabeça do inimigo, alertando o grupo inteiro. Ops…

Esse encontro — ou alguma variação dele — é central para Ghost Recon Wildlands. Você é apresentado com um mundo aberto massivo cheio de postos avançados, VIPs e missões, e terá a escolha de se aproximar deles da forma que quiser.

Você pode ser barulhento, jogando explosivos, granadas e atirando com rifles de assalto até que nada esteja de pé. Você pode escolher ser silencioso, derrubando alvos não essenciais e traçando seu caminho até o alvo. Ou você pode planejar ir em silêncio, esperar para tudo ir para o inferno e fazer muito barulho enquanto escapa pela vida. Isso parecia ser o que acontecia comigo em minha limitada experiência com o jogo. Não foi tão simples quanto planejamos, mas pegamos a inteligência que precisávamos e presenciamos um belíssimo caos.

Wildlands é o primeiro Ghost Recon no PS4, e o primeiro jogo da franquia a ter um mundo realmente aberto. Após passar alguns minutos nele, você consegue traçar paralelos com outros mundo abertos da Ubisoft, como Far Cry e Assassin’s Creed. Wildlands se passa em uma Bolívia instável, onde múltiplas facções lutam por poder e tentam resistir a crescente influência do cartel de drogas de Santa Blanca.

O mapa parecia realmente enorme dado o limitado tempo que tivemos com o jogo. Voando por cima de morros em nosso helicóptero (roubado), dava para ver quilômetros de selvas ricas e planícies abertas, e até alguns picos nevados. E, como podíamos esperar, o mundo está cheio de coisas a se fazer. Atacar postos avançados, roubar suprimentos para ganhar o favor dos locais, e talvez tropeçar em algumas oportunidades interessantes: um comboio de tanques de petróleo, informações que levam a um alvo de alto valor ou um aprimoramento de armas. É claro que há muitas armas.

O armeiro está de volta, permitindo que você customize seu equipamento da forma que preferir. Destrave e adicione vários escopos, supressores, estabilizadores, pentes estendidos e lança-granadas para uma variedades de rifles, pistolas e automáticas. Não se esqueça de escolher a pintura que representa sua personalidade também. A customização se aplica à aparência do seu personagem também: escolha gênero, cabelo, tatuagens, roupas e invista em habilidades que enfatizem os drones, atirar ou dirigir.

O número de sistemas no jogo — especialmente os de veículos terrestres e aéreos, além das mecânicas de grupo — significa que o potencial para o caos é alto, e frequentemente os resultados são hilários e memoráveis. O tom da narrativa é certamente sério, mas os pedaços de história criados pelo jogador no combate momento-a-momento pode trazer a gama inteira de tragédia a comédia.

Apesar de ter apenas dado uma pincelada nas missões principais, estou empolgado com o potencial do que eu vi. O mundo é rico, o jogo está lindo (joguei no PS4 Pro, então zero surpresas aí), e as oportunidades de co-op pareciam ilimitadas. Ghost Recon Wildlands chegará ao PS4 em março, e mal posso esperar para ver como ele será.

Tenho a sensação que haverá um montão de vídeos excepcionais sendo compartilhados disso aqui…

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